Muaica

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

MODA MASCULINA: Nova coleção Adidas Originals by Jeremy Scott 2010


Não vou escrever nada, só vou mostrar pra vocês o Jeremy Scott preparou pra coleção Fall-Winter da linha Originals by JS. Alô você que nunca sabe o que me dar de presente no natal, pode escolher qualquer coisa aqui abaixo pra me dar. QUALQUER. COISA.







Deixa eu recapitular que é muita informação:







- Casaco de paetê com Trousers


– Tênis adidas-smoking


– Full look JS Wings


– Casaco com pattern prateado


– Basket polka-dot


– Tênis-bota com emblema de metal incrível


– Casaco armadura (parece muito coisa da DER METROPOL)


– Casaco-Blazer com fivela e Trousers polka-dot






Minha wishlist tá dando uma volta no quarteirão depois dessa, alguem me arruma um emprego pra ganhar numa moeda valorizada? Não tá sendo fácil e o Jeremy Scott não faz a menor questão de colaborar.



sexta-feira, 3 de setembro de 2010

CLIPES POLÊMICOS



A partir dos anos 80 o mercado da música mudou com a chegada da MTV e a explosão de videoclipes. Na época, não bastava lançar um disco, single e fazer uma turnê para divulgar o novo material. A criação de um clipe já era algo obrigatório.
E com o passar do tempo, muitos artistas aproveitaram essa ferramenta de divulgação para também criar novos conceitos, interagir com o público e, em alguns casos, com ou sem intenção, polemizar.

E nesta lista de polêmicos, alguns dos maiores nomes da música Pop roubam a cena. São os casos de Madonna, Lady Gaga, entre outros.

Abordando temas difícieis ou simplesmente explorando imagens fortes, esses videoclipes também marcaram época pelo impacto que causaram. Alguns levaram várias premiações, outros chegaram a ser excluídos de programações de TV e do site Youtube.

O WMODAEMUSICA reuniu aqui alguns dos clipes mais polêmicos da história e conta para você a história por trás deles.


Lady Gaga - Alejandro


O novo e talvez maior fenômeno da música Pop dos últimos anos, Lady Gaga vem focando suas forças em seus mais recentes videoclipes, do disco "The Fame Monster".

Foi assim com a canção Telephone (feat. Beyoncé), um curta de aproximadamente 10 minutos que estabeleceu um novo padrão de superprodução para os vídeos musicais, nos dias de hoje.

Agora, com Alejandro, aposta em imagens fortes para criar uma nova polêmica: seu clipe é inovador ou apenas superestimado?

A menção a símbolos religiosos em algumas cenas deixou muitas pessoas desconfortáveis. Menos de 24 de horas após o lançamento de Alejandro, seu diretor Steven Klein se apressou em explicar algumas cenas. Em entrevista, ele disse que o simbolismo religioso não trazia nada de negativo, mas apenas uma representação da batalha da personagem entre forças obscuras e a salvação de sua alma.

Bem, mesmo explicando bastante, é inegável até mesmo para o diretor que algumas cenas têm conteúdo sensual, até demais da conta. Não é à toa que Lady Gaga tem agora mais um troféu para sua coleção: o do videoclipe mais polêmico de 2010.



M.I.A. - Born Free



A cantora é M.I.A. é polêmica e todo mundo sabe disso. Porém, ela voltou este ano mostrando que sempre pode surpreender seu público.

O clipe da canção Born Free é o mais recente desta lista e nem por isso o menos polêmico. Talvez, seja um dos mais. Tanto que a obra do diretor francês, Romain Gavras, traz diversas metáforas políticas, mas nem por isso foi bem recebido.

Para se ter uma ideia, Born Free chegou a ser excluído do canal de vídeos Youtube e hoje faz parte de conteúdo liberado apenas para maiores de idade.

E por que o clipe de M.I.A. é considerado tão polêmico? As cenas de violência falam por si só. Adolescentes são mortos por policiais e ao pisar em minas. Tudo é mostrado sem cortes.

Para muitas pessoas, Born Free extrapola no uso da violência. Um dos jovens atores "mortos" no clipe, chegou a sair em defesa da cantora ao falar que o clipe "mostra violência para acabar com a violência".


Madonna - Like A Prayer


Um clipe tão polêmico quanto famoso, Like A Prayer de Madonna é o mais antigo de nossa lista.

Dirigido por Mary Lambert, Like A Prayer ganhou prêmios e críticas. Suas referências religiosas incomodaram muitas pessoas, mas o conjunto da obra também tornou Like A Prayer um dos maiores de seu tempo.

O clipe ficou com a primeira posição dos "100 Vídeos que Quebraram Regras", lista criada pela MTV. Já o canal VH1 considerou Like A Prayer o segundo melhor videoclipe da história, atrás apenas de Thriller, de Michael Jackson.

O clipe gerou muita polêmica na época de seu lançamento (1989), pois algumas pessoas fizeram uma leitura errada de seus elementos. No vídeo, Madonna reza para um santo negro (São Martinho de Porres), beija a imagem, que chora, e vem a vida.

Muitas pessoas interpretaram a imagem de São Martinho de Porres como uma versão negra de Jesus Cristo. Devido a isso, muitos criticaram a passagem em que o santo beija Madonna.




Marilyn Manson - (s)Aint
Poderíamos incluir o nome de Marilyn Manson na lista dos vídeos mais polêmicos da música simplesmente pelo conjunto de sua obra, repleta de títulos que ou foram críticados por setores da sociedade por suas mensagens ou banidas das programações de canais musicais devido às fortes imagens.


Porém, temos que escolher um clipe para representar o que todos os trabalhos de Manson têm de polêmico. E o grande escolhido foi da canção (s)AINT, do ano de 2003.


Antes de assistir ao clipe, poderíamos resumí-lo para vocês com a seguinte informação: existem cenas com drogas, auto-mutilação, nudez e sexo. Ou seja, com certeza (s)AINT não é um dos clipes mais leves que você pode assitir.

Para se ter uma ideia da censura que o clipe sofreu, depois de ser banido nos Estados Unidos, o grupo lançou uma versão "comportada" para a Tv.

Porém, Marilyn Manson não desistiu de mostrar a obra sem cortes para seu público e junto com o lançamento da coletânea "Lest We Forget", lançou um DVD extra com a versão sem qualquer censura de (s)AINT. Porém, um detalhe importante merece ser citado: essa versão podia ser comprada apenas no site de Marilyn Manson.



Nine Inch Nails - Closer

Para a história da própria banda, poucos clipes tiveram tanta influência para o sucesso quanto Closer tem para o Nine Inch Nails. O grupo chamou muita atenção na época com este videoclipe, que para passar na televisão teve diversas imagens cortadas.

Closer é um daqueles raros casos que música e clipe se confundem, pois fica difícil imaginar a canção sem suas fortes cenas.

O próprio líder da banda, Trent Reznor, fez um comentário que reforça esta ideia. "A coisa mais difícil aconteceu: a canção soou melhor para mim, assistindo o videoclipe. E a música é minha".

Closer faz referência aos mais diversos temas: religião, sexualidade, terror, etc. Porém, algumas imagens se destacam mais neste clipe.

As cenas de nudez trazem referências ao sadomasoquismo, além de uma passagem bem polêmica: uma mulher nua usa uma máscara com um crucifixo. Em outros momentos, vemos um macaco preso a um crucifixo e tudo isso filmado como se fosse um verdadeiro filme de terror.


Pearl Jam - Jeremy


Alguns vídeos podem ser polêmicos, mas nem por isso ganharem menos reconhecimento pelo problema que levantam. Este é o caso de Jeremy, hit dos anos 90 da banda Pearl Jam e que com seu videoclipe levantou o debate sobre o "bullying" (termo em inglês para atos de violência de um grupo contra uma pessoa) nas escolas.

E clipe da canção resume o que pode vir a ser a consequência deste problema, ainda atual, com o "bullying" pela internet.

No clímax do vídeo, o personagem "Jeremy" atira contra a própria boca na frente de seus colegas de classe e em seguida é mostrada uma imagem congelada dos alunos cobertos de sangue.

Mesmo com essa cena forte, o clipe dirigido por Mark Pellington foi premiadíssimo, com destaque para o MTV Music Awards, onde levou os prêmios de "Melhor Vídeo do Ano", "Melhor Vídeo de Grupo", "Melhor Vídeo Metal/Hard Rock" e "Melhor Direção".


Robbie Williams - Rock Dj


O verão britânico do ano de 2000 não foi o mesmo depois do lançamento do single Rock Dj, de Robbie Williams.

Mas, mais do que chamar a atenção do grande público com suas melodias, o novo single apresentava um clipe que chocou muitas pessoas e por isso foi tirado do ar em inúmeros canais.

No vídeo, Williams tenta chamar a atenção de uma Dj fazendo strip tease. Porém, após tirar todas suas roupas, o cantor começa a tirar sua própria pele, músculos, até o momento que sobra apenas seu esqueleto. Enquanto na Europa a maioria dos canais baniu o vídeo, os que tomaram coragem de mostrá-lo, fizeram-o com versões editadas.

Para se ter uma idéia do impacto do clipe, ele ganhou notoriedade até mesmo nos Estados Unidos, onde Robbie Williams sequer havia lançado o single. Talvez por esse motivo, Rock Dj tenha ingressado na parada da Billboard e é até hoje um de seus maiores sucessos.



The Strokes - Juicebox

O grupo The Strokes surpreendeu seu público com o clipe de Juicebox. Sempre comportados e em clipes com pouca história e mostrando sempre a banda tocando, desta vez os nova iorquinos resolveram inovar.

A música pode não ser uma das mais famosas do grupo, mas acabou recebendo maior atenção até mesmo pelo videoclipe que estreou chamando bastante atenção.

Em Juicebox, temos cenas de sexo explícitas e entre pessoas do mesmo sexo. O vídeo dirigido por Michael Palmieri acabou tendo que ser editado para então passar na televisão.

Após o lançamento de Juicebox nos canais musicais, Palmieri não perdeu tempo e soltou críticas. Um dos alvos foi a MTV dos Estados Unidos e sua censura ao clipe original.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

MODA MASCULINA: SOBRE MODINHAS

Eu posso usar calça colorida e estar na moda? E camisa gola em V? Não quero ser o FIUK! Quando o assunto é modinhas, parece haver uma insegurança na cabeça dos meninos.


Primeiro vamos separar aqui a função do trendsetter e do público que compra sua imagem. Quando existe um respeito do público voltado a imagem de um indivíduo, seja um ator ou uma banda inteira, é normal que o público mimetize seu comportamento. Mimetizar é o que fazemos quando crianças, pra aprender a falar. Repetimos, mesmo sem entender, os fonemas que saem da boca dos nossos pais, e com muito esforço, conseguimos um PAPA ou MAMA. Mimetizar é imitar, e fazemos isso como parte natural do nosso processo de aprendizado, é instinto. Não é muito diferente de quando povos indígenas decidiam devorar guerreiros poderosos pra assimilar sua força, seu conhecimento. Hoje, devoramos copiando a imagem num processo similar, onde o objetivo é adquirir as características do ícone.

A mimetização de comportamento de bandas e outros personagens serve para o reconhecimento mútuo de interesses. É como se todo mundo que gostasse do Restart decidisse usar uma fita vermelha no dedo, para se reconhecer por aí. E isso não faz deles retardados, apenas super engajados. Quando você, desinteressado por Restart, usa uma fita vermelha no dedo, pode ser confundido por essa comunidade. No final é tudo um jogo de códigos de comportamento, e de como você se movimenta nisso.


Então, o Fiuk é um trendsetter? Sem sombra de dúvidas que sim. Pro seu público, qualquer novidade no visual dele vai se transformar em algo a ser copiado, como um novo código dos seus seguidores. Se a banda Restart decidir mudar algo, seus seguidores tambem vão mudar. Eles não idolatram calças coloridas, seus ídolos são cabeças pensantes que os representam, e as calças coloridas apenas mais uma ferramenta.


 Desencanem da preocupação com o hit da vez. Como mostra a galeria no meio desse post, todos os movimentos que cruzaram música e moda dos últimos 10 anos passaram por isso. Quem critica hoje provavelmente já se engajou numa modinha de gosto duvidoso no passado, é um fato. E outra, grupos que gostam de alguma coisa não são tão diferentes dos pentelhos que odeiam a mesma coisa. Logo após um #familiarestart no Trending Topics, sobe uma hashtag equivalente do grupo hater.

Eis a ironia definitiva de quem perde tempo julgando: criticar modinhas também é uma modinha. Não sei quanto a vocês, mas eu não quero viver num mundo em que você precisa escolher entre #TeamFiuk ou #TeamFelipeNeto na hora de me vestir. Não é que eu tenha nada contra nenhum dos dois, é só o que eu tenho a favor de mim mesmo. Acho que pensar sozinho faz bem, e pelo visto ainda amplia as possibilidades do meu guarda-roupa, :-)

E o que você achou?